Amanheço e anoiteço no meu jardim...
Jardim de aprendizagem,
De conscientização,
De evolução,
Quero poder sentir o perfume sublime da minha colheita.
... E seguir em frente com minha plantação eterna do bom senso.
Bom senso e sensatez,
Longe da morbidez,
Insanidade da alma,
Mas fazer por merecer uma colheita saudável,
para minhas jornadas futuras.
Amanheço e anoiteço no meu bom senso.
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quarta-feira, 7 de setembro de 2011
Refletir
O que é virtual???
A ilusão momentânea?
O medo do amanhã?
A mentira de hoje?
Vivemos realmente na realidade?
A ilusão momentânea?
O medo do amanhã?
A mentira de hoje?
Vivemos realmente na realidade?
segunda-feira, 25 de julho de 2011
Capacidade!
Temos a capacidade e potencial suficiente para reunir forças e, com coragem, descobrir e aceitar as causas que nos faz pensar na fuga da vida...
Pois no momento em que pensas em suicídio, acreditando na liberdade prematura, deveriamos avaliar urgentemente a nossa conduta!
Entendas; As dificuldades apresentadas são de acordo com a nossa necessidade de reparos.
Porque não superar as induções?
O que tanto temes?
Pois no momento em que pensas em suicídio, acreditando na liberdade prematura, deveriamos avaliar urgentemente a nossa conduta!
Entendas; As dificuldades apresentadas são de acordo com a nossa necessidade de reparos.
Porque não superar as induções?
O que tanto temes?
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Fé Volátil
Filho, quando me chamas te ouço e respondo.
Mas nas orações suplicas somente pelo imediato,
Impões condições…
Entristeço-me…
Enfatizas a tua fé…
Sublime, porém hipócrita fé.
Me cobras o amor incondicional que te prometi,
Cumpro, sempre cumpro, mesmo quando o que me pedes não justifica.
Não sou o teu rei, muito menos o teu senhor.
Te gerei com o amor,
Com o amor incondicional, e tento te preencher com o respeito que sinto por ti.
Não me temas, não sou a causa das tuas dores,
Suplico por tua edificação, mas a tua surdez é o teu fracasso.
Filho!
Quando em oração, suplico-te:
Não me peças a dor do teu irmão.
Dizes que sou o teu tudo, porém quando não vês o imediato, me deixas a deriva… a deriva da tua fé…
Sangras com a dor que te impões, culpas-me da sinuosidade da tua curta estrada…
Quando tu, meu filho, no auge do desespero, chama-me “Pai”, intensificando o meu amor por ti.
Mas, quando começas a falar, esvaio-me em lágrimas ácidas, que me desfiguram as faces, porque tudo o que me pedes já te dei…
Está a tua frente, mas na cegueira não vês, na ansiedade não reconheces…
E, sofres!
Me rejeitas, e te perdes nos voláteis hologramas do perecível.
Filho! Limpa-te e vem,
O caminho é curto, quem faz a distância é a tua incredulidade.
Filho, sei o que precisas e principalmente o que mereces.
Filho, pedes apenas a paz, e a paz dar-te-ei…
Com amor.
Mas nas orações suplicas somente pelo imediato,
Impões condições…
Entristeço-me…
Enfatizas a tua fé…
Sublime, porém hipócrita fé.
Me cobras o amor incondicional que te prometi,
Cumpro, sempre cumpro, mesmo quando o que me pedes não justifica.
Não sou o teu rei, muito menos o teu senhor.
Te gerei com o amor,
Com o amor incondicional, e tento te preencher com o respeito que sinto por ti.
Não me temas, não sou a causa das tuas dores,
Suplico por tua edificação, mas a tua surdez é o teu fracasso.
Filho!
Quando em oração, suplico-te:
Não me peças a dor do teu irmão.
Dizes que sou o teu tudo, porém quando não vês o imediato, me deixas a deriva… a deriva da tua fé…
Sangras com a dor que te impões, culpas-me da sinuosidade da tua curta estrada…
Quando tu, meu filho, no auge do desespero, chama-me “Pai”, intensificando o meu amor por ti.
Mas, quando começas a falar, esvaio-me em lágrimas ácidas, que me desfiguram as faces, porque tudo o que me pedes já te dei…
Está a tua frente, mas na cegueira não vês, na ansiedade não reconheces…
E, sofres!
Me rejeitas, e te perdes nos voláteis hologramas do perecível.
Filho! Limpa-te e vem,
O caminho é curto, quem faz a distância é a tua incredulidade.
Filho, sei o que precisas e principalmente o que mereces.
Filho, pedes apenas a paz, e a paz dar-te-ei…
Com amor.
segunda-feira, 6 de junho de 2011
QUEM SOU EU?
Não venha me falar da razão,
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência
Eu sou pura emoção,
Tenho razões e motivações próprias,
Me movimento por paixão,
Essa é minha religião e minha ciência.
Não meça meus sentimentos,
Não tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos,
Eu e minha alma,
Sua incerteza me fere,
Mas não me mata.
Suas dúvidas me açoitam,
Mas não deixam cicatrizes,
Não me fale de nuvens,
Eu sou Sol e Luz,
Não conte as poças,
Eu sou mar,
Profundo, intenso, passional.
Não exija prazos e datas,
Eu sou eternidade e atemporal.
Não imponha condições,
Eu sou absolutamente incondicional.
Não espere explicações,
Não as tenho, apenas aconteço,
Sem hora, local ou ordem.
Vivo em cada molécula,
Sou um todo e as vezes sou nada,
Você não me vê, Mas me sente,
Estou tanto na sua solidão, quanto no seu sorriso.
Vive-se por mim,
Morre-se por mim,
Sobrevive-se sem mim,
Eu sou começo e fim,
E todo o meio,
Sou seu objetivo,
Sua razão que a razão ignora e desconhece,
Tenho milhões de definições,
Todas certas,
Todas imperfeitas, todas lógicas apenas em motivações pessoais,
Todas corretas,
Todas erradas,
Sou tudo,
Sem mim, tudo é nada.
Sou amanhecer,
Sou Fénix,
Renasço das cinzas,
Sei quando tenho que morrer,
Sei que sempre irei renascer,
Mudo protagonista,
Nunca a história,
Mudo de cenário,
Mas não de roteiro.
Sou musica,
ecoo, reverbero, sacudo.
Sou fogo,
Queimo, destruo, incinero,
Sou vento,
Arrasto, balanço, carrego,
Sou tempo,
Sem medidas, sem marcações.
Sou furacão,
Destruo, devasto e arraso.
Sou agua,
Afogo, inundo e invado.
Sou clima,
Proporcional a minha fase.
Mas sou tijolo,
Construo, recomeço.
Sou cada estação,
No seu apogeu e glória,
Sou seu problema e sua solução.
Sou seu veneno, e seu antídoto,
Sou sua memória, e seu esquecimento.
Eu sou seu reino, seu altar e seu trono,
Sou sua prisão, sou seu abandono e sou sua liberdade.
Sou Luz, Sou escuridão, e seu desejo de ambos…
Velo seu sono…
Poderia continuar me descrevendo, mas já te dei uma ideia de quem sou…
Muito prazer, tenho vários nomes, mas aqui na sua terra,
Chamam-me de…
AMOR.
Não me cobre lógica,
Não me peça coerência
Eu sou pura emoção,
Tenho razões e motivações próprias,
Me movimento por paixão,
Essa é minha religião e minha ciência.
Não meça meus sentimentos,
Não tente compará-los a nada,
Deles sei eu,
Eu e meus fantasmas,
Eu e meus medos,
Eu e minha alma,
Sua incerteza me fere,
Mas não me mata.
Suas dúvidas me açoitam,
Mas não deixam cicatrizes,
Não me fale de nuvens,
Eu sou Sol e Luz,
Não conte as poças,
Eu sou mar,
Profundo, intenso, passional.
Não exija prazos e datas,
Eu sou eternidade e atemporal.
Não imponha condições,
Eu sou absolutamente incondicional.
Não espere explicações,
Não as tenho, apenas aconteço,
Sem hora, local ou ordem.
Vivo em cada molécula,
Sou um todo e as vezes sou nada,
Você não me vê, Mas me sente,
Estou tanto na sua solidão, quanto no seu sorriso.
Vive-se por mim,
Morre-se por mim,
Sobrevive-se sem mim,
Eu sou começo e fim,
E todo o meio,
Sou seu objetivo,
Sua razão que a razão ignora e desconhece,
Tenho milhões de definições,
Todas certas,
Todas imperfeitas, todas lógicas apenas em motivações pessoais,
Todas corretas,
Todas erradas,
Sou tudo,
Sem mim, tudo é nada.
Sou amanhecer,
Sou Fénix,
Renasço das cinzas,
Sei quando tenho que morrer,
Sei que sempre irei renascer,
Mudo protagonista,
Nunca a história,
Mudo de cenário,
Mas não de roteiro.
Sou musica,
ecoo, reverbero, sacudo.
Sou fogo,
Queimo, destruo, incinero,
Sou vento,
Arrasto, balanço, carrego,
Sou tempo,
Sem medidas, sem marcações.
Sou furacão,
Destruo, devasto e arraso.
Sou agua,
Afogo, inundo e invado.
Sou clima,
Proporcional a minha fase.
Mas sou tijolo,
Construo, recomeço.
Sou cada estação,
No seu apogeu e glória,
Sou seu problema e sua solução.
Sou seu veneno, e seu antídoto,
Sou sua memória, e seu esquecimento.
Eu sou seu reino, seu altar e seu trono,
Sou sua prisão, sou seu abandono e sou sua liberdade.
Sou Luz, Sou escuridão, e seu desejo de ambos…
Velo seu sono…
Poderia continuar me descrevendo, mas já te dei uma ideia de quem sou…
Muito prazer, tenho vários nomes, mas aqui na sua terra,
Chamam-me de…
AMOR.
quinta-feira, 26 de maio de 2011
Altruismo
A procura é desgastante para os que se valem do “poder”…
Digo “poder”… suposto poder…
Porque nada temos e nada somos sem os ajustes e merecimentos diante dos que verdadeiramente nos ensinam a arte da “dignidade”.
E, quando merecemos alguma “oportunidade”, é porque algumas já ultrapassamos…
Mas, como guerreiros constante do Universo de Luz, muitos e muitos “ajustes ainda temos pela frente…
E, ao implantar o selo da “humildade” e da “dignidade”, já não desgastamos o precioso tempo na busca inconstante do que nem sabemos o que…!
Apresentam-se as oportunidades sublimes, com o merecimento e para a continuidade da jornada com qualidade, e mente sã.
Nada temos neste plano!
Nada somos além de “simples peregrinos” na busca interna da nossa formação, por ora desviada da rota qual nos comprometemos…
Nestes passos, atentos devemos permanecer,
E, sermos conscientes para não nos desviarmos dos verdadeiros princípios éticos firmados.
Altruismo
Digo “poder”… suposto poder…
Porque nada temos e nada somos sem os ajustes e merecimentos diante dos que verdadeiramente nos ensinam a arte da “dignidade”.
E, quando merecemos alguma “oportunidade”, é porque algumas já ultrapassamos…
Mas, como guerreiros constante do Universo de Luz, muitos e muitos “ajustes ainda temos pela frente…
E, ao implantar o selo da “humildade” e da “dignidade”, já não desgastamos o precioso tempo na busca inconstante do que nem sabemos o que…!
Apresentam-se as oportunidades sublimes, com o merecimento e para a continuidade da jornada com qualidade, e mente sã.
Nada temos neste plano!
Nada somos além de “simples peregrinos” na busca interna da nossa formação, por ora desviada da rota qual nos comprometemos…
Nestes passos, atentos devemos permanecer,
E, sermos conscientes para não nos desviarmos dos verdadeiros princípios éticos firmados.
Altruismo
sábado, 21 de maio de 2011
Proposta Divina...
Deus perguntou aos Asssírios:
- Vocês querem um mandamento?
- Qual será o mandamento, senhor?
- Não matarás!
- Não obrigado. Isto interromperia as nossas conquistas.
Então Deus perguntou ao Egipcíos:
- Vocês querem um mandamento?
- Qual seria o mandamento, senhor?
- Não cometerás adultério!
- Não obrigado. Isso arruinaria as nossas festas.
Chateado, mas não derrotado, Deus perguntou aos Fenícios:
- Vocês querem um mandamento?
- Qual seria o mandamento, senhor?
- Não roubarás!
- Não obrigado. Isso arruinaria o nosso comércio.
Deus, enfim perguntou aos Judeus:
- Vocês querem um mandamento?
- Quanto custa?
- É de graça.
- Então queremos DEZ!
- Vocês querem um mandamento?
- Qual será o mandamento, senhor?
- Não matarás!
- Não obrigado. Isto interromperia as nossas conquistas.
Então Deus perguntou ao Egipcíos:
- Vocês querem um mandamento?
- Qual seria o mandamento, senhor?
- Não cometerás adultério!
- Não obrigado. Isso arruinaria as nossas festas.
Chateado, mas não derrotado, Deus perguntou aos Fenícios:
- Vocês querem um mandamento?
- Qual seria o mandamento, senhor?
- Não roubarás!
- Não obrigado. Isso arruinaria o nosso comércio.
Deus, enfim perguntou aos Judeus:
- Vocês querem um mandamento?
- Quanto custa?
- É de graça.
- Então queremos DEZ!
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